O terror e a regionalidade na coletânea Dezessete Mortos, de Nikelen Witter

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Diversos elementos se encontram em Dezessete Mortos, coletânea da escritora Nikelen Witter que tem como amarra a regionalidade sulista e o terror, em diversas de suas facetas. 

 

São sete contos que passeiam pelo sobrenatural, pelas lendas, pelas ruas embebecidas de histórias, pelo passado e presente, pela moral distorcida e pelo estranhamento. A percepção das curtas histórias, que não são comprometidas mesmo se houver o total desconhecimento das características regionais, se revezam entre a familiaridade – daquelas histórias antigas transmitidas de forma oral – a aflição – característica do tipo de terror que mais que assusta, atormenta – e a curiosidade sobre o destino dos personagens. 

 

Reunindo todos ou alguns desses elementos, Nikelen entrega histórias objetivas, que apesar de destoar em suas estruturas, possuem a qualidade de narrativas que impressionam e que certamente, inquietam. É melhor lê-las com as luzes bem acessas. 

 
 
 


Nikelen Witter escreve desde criança, mas começou a publicar em 2011. De lá para cá sua produção tem sido reconhecida como parte da chamada “Terceira Onda” da Ficção Fantástica no Brasil. É autora de Territórios Invisíveis (Avec, 2017) – finalista do Prêmio Argos de melhor romance fantástico (2013); Guanabara Real e a Alcova da Morte (Avec, 2017) com Enéias Tavares e AZ Cordenonsi – Vencedor do Prêmio Le Blanc de melhor romance fantástico nacional (2018) e do prêmio AGES de melhor romance juvenil (2018), e  Viajantes do Abismo (Avec, 2019); além de inúmeros contos em coletâneas, entre eles “Mary G.”, finalista do prêmio Hydra (2014).  Desde 2016, é agenciada pela Increasy Consultoria Literária.

 

É também historiadora, pesquisadora e professora universitária. Mora em Santa Maria, RS, com o marido, o filho e as gatas Felícia e Hermione.

 


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