Fright Like a Girl: Jéssica Reinaldo explora a representatividade feminina no terror

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Se por um acaso você for procurar por um grande nome na pesquisa de mulheres no terror pela internet, certamente encontrará o nome de Jéssica Reinaldo, que comanda desde 2017 o site Fright Like a Girl.
 

Formada em história, foi durante a faculdade que ela começou a se interessar, como pesquisadora, por terror.

 

O terror nunca foi algo que eu realmente me interessava antes, apesar de ser o tipo preferido de filme da minha mãe hahaha. Mas, quando resolvi me envolver, acabei me envolvendo até demais. Então, fiz minha pesquisa de monografia, sobre vampiros no século XIX. Quando saí da faculdade decidi trabalhar com livros. Então hoje trabalho como revisora, além de redatora por aí. Mas continue na pesquisa por conta própria, até ter coragem pra começar um mestrado. Também colaboro com alguns sites, participo de alguns podcasts, geralmente voltados ao terror. Acabo ficando dentro do gênero 24h do dia nos 7 dias da semana, o que eu não posso reclamar. Me apaixonei de verdade pelo gênero. Meio que “love at first fright”.” contou Jéssica ao Mais QI Nerds.

 

Com resenhas, entrevistas, críticas e pesquisas, Fright Like a Girl utiliza de obras novas e antigas com textos aprofundados avaliando o gênero do terror sob diversas facetas, mas sempre por uma visão representativa.
 

“Durante a pesquisa, e pensando sobre a personagem da Mina, em Drácula, eu percebi que queria um lugar pra falar sobre isso, e nasceu assim. Eu escrevo nele sozinha, geralmente sobre a representação feminina no terror, mas como ele é um pouco mais pessoal eu deixo ele mais aberto, então faço resenhas de livros, ou de filmes, que eu acho que sejam interessantes pro pessoal que acompanha. Dicas de filmes, de livros, essas coisas. As escolhas de pauta sempre são muito espontâneas, de assuntos que surgem em outros meios de comunicação sobre terror, de algum lançamento. Depende muito mesmo. Mas, originalmente, foi criado pra falar sobre a representação feminina no gênero mesmo.“, explicou Jéssica.

 

Acesse Fright Like a Girl


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