Entenda o final de “The King Eternal Monarch” (O Rei Eterno)

O que não faltavam eram teorias para o final de “The King Eternal Monarch” (O Rei Eterno). Se você ainda não terminou o dorama pode parar por aqui e, não leia o restante ok!
 

O que já havia sido percebido no decorrer do drama é que o garoto do iôiô – que na verdade é interpretado por uma menina, a atriz Kim Bo-min (imagens abaixo) – é um deus que mantem o equilíbrio dos dois universos paralelos.
 


 

Porém, o que não se sabia é que esse garoto é o mesmo que fez uma participação no episódio 6, como estudante do ensino médio. Muito menos que esse jovem ressurgiria no episódio final com um papel fundamental.
 

 

 

 

No último episódio de “The King Eternal Monarch”, o Lee Gon (Lee Min-ho) viajou no tempo na fatídica noite da traição em que seu pai foi assassinado, para matar o traidor, seu tio Lee Lin (Lee Jung-jin) na esperança de mudar o futuro. Após o plano finalmente sair como o esperado, a cena a seguir é do garoto que enquanto brincava com seu iô iô, repentinamente se transforma no rapaz que cruzou com Jung Tae-eun (Kim Go-eun) no passado. Olhando para o ioiô ele diz: “Eu pensei que isso iria quebrar. Mas, em vez disso brotou. A porta se fechará, e apenas as lembranças permanecerão”. Em seguida, flashbacks das aparições que ele teve na vida de Tae-eun e Lee Gon foram mostrados. “Devo quebrar? Ou simplesmente deixar estar?”, essas palavras foram determinantes para o futuro do casal, de universos paralelos.
 

O garotinho sempre esteve presente na vida dos protagonistas – de outros personagens também, como da Lunna e do Lee Lin- seja ele em forma de criança, adolescente ou adulto. Vivendo entre os dois universos, e acompanhando de perto tudo que os personagens vivenciavam. Seja ele, na forma de um garotinho sem família, como um colega de farda do Lee Gon, ou apenas como um adolescente admirador da beleza de Tae-eun.
 

O que se sabe, desse deus sem nome, é que após observar tudo de perto, e sem que ninguém percebesse. No fim ele escolheu, qual fim mereceria essa história. E apesar das circunstancias Lee Gon e Tae-eun, puderam viver pra sempre juntos.
 


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Jornalista, mãe de peludos e de uma cascuda chamada Donatela. Sou uma mistura de Penélope Charmosa e Wandinha Addams, a típica fofa das trevas que adora o universo Disney. Choro toda vez que assisto a morte de Mufasa, amo Cavalo de Fogo. K-pop é como uma religião e minha deusa é a Hyuna. Ainda não sei se vivo no País das Maravilhas ou no Fantástico Mundo de Bob, porém, desde que os doramas e o tal de Lee Min Ho começaram a fazer parte da minha vida, a Coreia não me parece uma má ideia.