Débora Sader conta detalhes sobre “A Última Chance – O Início de uma Nova Era”

12 de outubro de 2017 às 12:54 | Por

 

A escritora Débora Sader está lançando a terceira edição da ficção científica “A Última Chance – O Início de uma Nova Era”. Com capa e diagramação novas, o livro conta a história de um grupo de importantes cientistas que descobre um novo planeta com características semelhantes ao planeta Terra, e assim sendo, habitável para o homem. Essa descoberta coincide com o desenlace de acontecimentos desastrosos que acirram o caos mundial já existente.

 

Enquanto o mundo vai sendo destruído por forças da natureza, mais especificadamente, pelos 4 elementos, cientistas descobrem uma maneira de levar os sobreviventes para o novo planeta, sendo esta a última chance para a humanidade. No decorrer da história, a trama dá indícios de que uma mensagem apocalíptica mantida em segredo por um Papa e revelada por uma vidente tem muito mais a ver com todo o infortúnio dos homens.

 

 

Para saber mais detalhes sobre a obra, o Mais QI Nerds conversou com a escritora. Confira:

 

Como surgiu a ideia do livro?

 

Na verdade, desde bem nova já tinha esse sonho de escrever um livro por completo. Quando eu menos esperava, a inspiração surgiu, as ideias pareciam brotar na minha mente, me exigindo pesquisa e lapidação. Creio que a ideia de escrever sobre o fim dos tempos e a descoberta de um exoplaneta com condições possivelmente favoráveis à habitação humana não veio de mim, algo externo me inspirou para escrever essa história; uma vez que a ficção científica, até então, não era o meu gênero literário favorito e esse enredo não havia sido elaborado na minha mente. Simplesmente acordei com essa ideia e, dia após dia, fui trabalhando em cima dela, até que ganhasse vida. Enfim, as ideias chegaram até mim e eu as abracei com amor e cuidado. Hoje posso dizer que a ficção científica é, sim, um gênero literário da minha preferência, juntamente com a fantasia.

 

Como foi o processo de criação e quanto tempo durou?

 

O processo de criação se deu de forma bastante espontânea. A criação do título foi a última etapa. Comecei escrevendo a história já dividindo-a por capítulos e, em alguns momentos, por subcapítulos, de acordo com o que o rumo que a narrativa ia tomando. Em pouco tempo já pude perceber a história ganhando forma. Não tinha horário certo para escrever, ás vezes a inspiração vinha de madrugada, e você precisa obedecê-la.

Levei um pouco mais de 6 meses para finalizar a obra.

 

Haverá uma continuação?

 

Tenho muita vontade de escrever um segundo livro, dando continuidade à obra. Até porque esse primeiro livro ‘pede’ uma continuação. Deixa no leitor uma sensação de algo que ainda trará desdobramentos. Mas me falta inspiração no momento para escrever o segundo livro, e ela vem quando menos esperamos. Devemos estar atentos a isso. Para quando a inspiração chegar, podermos ter a sensibilidade de percebê-la e colocá-la em prática. No entanto, não podemos forçá-la a vir. Ela simplesmente surge ou não.

 

O que o leitor pode esperar do livro?

 

Um cenário apocalíptico, viagens interplanetárias, descobertas e avanços na área da ciência, tecnologia e astronomia, suspense, ação, aventuras, e uma pitada de romance. A leitura também deixa uma reflexão sobre o descuido da humanidade com o Planeta Terra e as consequências catastróficas advindas desse descuido; e sobre a falta de amor entre as pessoas, acarretando em violência, destruição e intolerância. Faz refletir sobre a possibilidade de destruição total do nosso Planeta e sobre a possibilidade de uma salvação, de um novo recomeço de vida aos humanos, após todo o caos.

 

Jornalista. Sonho em me tornar uma mistura de Lizzie Bennet e Tracy Whitney, tirando a parte fora da lei. Ler e escrever são o que mais gosto de fazer. Fico nervosa sem um livro na bolsa ou quando não acho caneta e papel quando a inspiração vem. Tenho sonhos a lá filme de Spielberg, ilusões amorosas por Mr. Darcy e obsessão por Harry Potter.