Crítica: Mini k-Drama “Never Die”

28 de setembro de 2017 às 14:30 | Por

Se você não tem muito tempo ou paciência para assistir 20, 30 ou  40 episódios de um drama, o ideal é arrumar um curtinho e Never Die, drama coreano de 2015, que conta com apenas 5 episódios, sendo cada um com cerca de 10 minutos, é uma boa opção para quem não quer muita enrolação.

 

Com uma trama interessante, o drama bem poderia contar com mais episódios, mas sendo ele curto, conseguiu ser objetivo e direto, o que muitos pecam.

 

 

“Never Die” conta a história de  LeeJungHoon (Ji Sung Eun), que após quase ser atropelado acaba conhecendo MinSeYeon (Nam Ji Hyun), que morre no lugar do rapaz ao salvá-lo. Sem familiares ou amigos, ele é o único a comparecer ao funeral da moça, onde acaba descobrindo que ela está viva! Na verdade, SeYeon tem 200 anos e não envelhece ou morre. Sabendo que uma amizade entre eles seria complicada por conta de sua imortalidade, SeYeon tenta se afastar, mas isso é em vão.

 

Talvez por conta da experiência de dois séculos, SeYeon é mais direta e clara do que as mocinhas de diversos outros dramas. Ela se expressa e opina sem rodeios, deixando ao mesmo tempo LeeJungHoon desconcertado e encantado. Parece até mesmo que ela lida muito bem com a sua imortalidade e ausência de elo social com outra pessoa, pelos contras de nunca morrer.

 

 

O rapaz, que até então vivia uma vida ordinária, compra a história e mesmo sem haver solução para os problemas que o futuro reserva a ambos, decide se jogar no relacionamento, mesmo diante da negativas iniciais de SeYeon, cansada de se despedir das pessoas que amava, já que para elas, o tempo continuava a correr.

O drama é leve, com atuações naturais e uma história bem construída. Para quem já era fã de Nam Ji Hyun no girlgroup 4 Minute, se encantará ainda pela atuação divertida da cantora/atriz no drama.

Jornalista. Sonho em me tornar uma mistura de Lizzie Bennet e Tracy Whitney, tirando a parte fora da lei. Ler e escrever são o que mais gosto de fazer. Fico nervosa sem um livro na bolsa ou quando não acho caneta e papel quando a inspiração vem. Tenho sonhos a lá filme de Spielberg, ilusões amorosas por Mr. Darcy e obsessão por Harry Potter.