Crítica: Sentimentos são… como A Bela e a Fera

18 de Março de 2017 às 10:51 | Por

Difícil é conseguir falar sobre ‘A Bela e a Fera’ sem envolver o emocional. O êxtase é sentido em toda a sala de cinema, adultos que pareciam crianças aguardando ansiosamente pelo filme. Se faz silêncio, o filme está para começar, respirem que lá vem emoção.

 

O enredo todos já conhecem, a jovem e sonhadora Bela, que não se enquadra em sua pequena aldeia francesa, e viaja sempre lendo livros. Um príncipe que é condenado junto com todo o seu castelo, pela feiticeira por causa de sua soberba e arrogância.

 

O tão esperado filme conseguiu dar um toque novo, em tudo que já conhecíamos.  Nos surpreender com novas e belíssimas canções, e novas cenas que de fato explicam o que faltou na animação. “Onde está a mãe de Bela?”, “Quem é o pai do Zip?”, “Porque o príncipe era tão grosseiro?”, “Porque os empregados dele o tratam tão bem?” Muita coisa foi discutida, mas sem abrir mão do fan service. Se faz falta um ou dois objetos em certas cenas, nada que mude ou atrapalhe o enredo do longa.

 

 

O filme ganhou mais veracidade por causa da preocupação com o contexto histórico. A riqueza de detalhes dos trajes dos personagens é incrível. O receio que tinha quanto a indumentária da Fera, desapareceu na primeira cena. Emma Watson, em nenhum momento nos remete a “eterna Hermione Granger” de Harry Potter, sim, ela é a perfeita Bela que todos esperávamos. 90% daquela sala de cinema jamais imaginaria que um dia veria “A Bela e a Fera” em live action, quando assistiram a animação ainda crianças pela primeira vez.

 

O filme termina… aplausos, choro, sim muita emoção! Certamente, se passou um filme na cabeça de muitas pessoas naquela sala de cinema, e com certeza em salas de todo o mundo. A sensação que fica, é de felicidade. De saber que novas gerações poderão acompanhar, uma das histórias de amor, mas puras e sinceras da Disney. E que esses valores passados nessa linda história e, acompanhados por nós, desde criança, se perdurem para sempre!

 

 

 

 

Jannayna Pereira

Jornalista, mãe de 6 peludos e de uma cascuda chamada Donatela. Sou uma mistura de Penélope Charmosa e Wandinha Addams, a típica fofa das trevas que adora o universo Disney. Choro toda vez que assisto a morte de Mufasa, amo Cavalo de Fogo e necessito de TWD. K-pop é como uma religião e minha deusa é a Hyuna. Ainda não sei se vivo no País das Maravilhas ou no Fantástico Mundo de Bob, porém, desde que os doramas e o tal de Lee Min Ho começaram a fazer parte da minha vida, a Coreia não me parece uma má ideia.